sexta-feira, 15 de julho de 2011

O Fruto do Espírito Santo e o Caráter do Cristão

 
Introdução – A famosa passagem de Paulo sobre o FRUTO DO ESPÍRITO SANTO é em si como um prezado e desejado fruto. Não somente devemos admirá-lo, senão, também, ingeri-lo e beneficiar-nos dele. Aparece em uma seção da epístola do Apostolo Paulo aos Gálatas, na que explica a maneira correta de usar nossa liberdade e autonomia cristã, mediante o fruto e o caráter cristão (Gl 5.13-26).

I. OS VERSÍCULOS (13-15)

1.
Os versículos 13-15 declaram que nossa liberdade da escravidão à lei (5.1), não deve converter-se em uma escusa para egoísmo.

2.
Não devemos abusar de nossa liberdade permitindo que a carne, nossa antiga natureza egoísta, seja salga com a sua.

3.
Não devemos utilizar nossa liberdade para dissimular a maldade, (1 Pe 2.16).

4.
Como troca, devemos praticar a liberdade em amor: “Servindo-nos uns aos outros com amor”, (Gl 5.13).

5.
A CARNE, O EGOÍSMO E A INIQÜIDADE – É a capacidade de pecar que persiste nos crentes. É o inimigo em nosso interior que busca destruir nossa liberdade em Cristo e levar-nos a uma escravidão ou pior. Portanto, os filhos de deus necessitam de uma mão que os ajude e contenha para protegê-los de usa própria natureza maligna.
6.
Achamos esta ajuda no PARACLETO DIVINO (O CONSOLADOR) que habita em nós. Mediante o Espírito Santo, podemos caminhar um passo de cada vez, dia a dia, semana a semana, mês a mês, ano a ano, sempre e em toda a vida, e ter a fortaleza para não satisfazer aos desejos da carne (5.16).

7.
O ESPÍRITO SANTO PODE CONTROLAR-NOS de tal maneira que impeça que nos entreguemos aos nossos próprios caprichos e à gratificação dos desejos da antiga natureza.

8.
POR MEIO DO ESPÍRITO SANTO podemos dar morte às atitudes negativa e aos maus hábitos, que são as atividades naturais de nossa própria natureza e viver (Rm 8.13).

9.
SE PERTENCERMOS VERDADEIRAMENTE A JESUS CRISTO – temos tomado a decisão de considerar o “velho homem” (Rm 6.6), ou aCARNE, com suas paixões e desejos, como algo crucificado (Gl 5.24).
10.
NOSSO EU ANTIGO – sem a regeneração, o que sabíamos ser antes, nunca pode converter-se. A mudança somente ocorre quando o “HOMEM NOVO” se converte no dominante.

11.
O ESPÍRITO SANTO E A CARNE – O Espírito Santo que habita em nós e a “carne”, ou a natureza ímpia, são antagônicos no cristão. Cada um deles possui o desejo profundo de reprimir ao outro. Estão travados em constante batalha. Estão entrincheirados em uma atitude de oposição mútua de modo que o cristão não pode fazer o que deseja. Paulo desenrolou este fato de uma forma mais extensa, em Romanos (7.14-25), ao relatar sua própria experiência inicial como Cristão.

12.
QUANDO O ESPÍRITO SANTO PENETRA EM NÓS NO MOMENTO DE NOSSA CONVERSÃO – É como a invasão dos aliados em Normandia durante o período da Segunda Guerra Mundial. Deus tem regressado a ocupar o que lhe pertence por direito. Quanto mais coopere o novo crente, como os habitantes franceses na Normandia, com o “Invasor”, tanto mais pronto se poderá reclamar e liberar por completo o território que se encontrava nas mãos do inimigo.
 
Deixe o Espirito Santo "Morar em você !" 
 

Que Deus abençoe a todos!
 
 
Ministro Carlos Carvalho


Fonte: Pr. Jônatas Câmara




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