domingo, 24 de novembro de 2013

BENAIA, VALENTE E GRANDE EM OBRAS


Também Benaia, filho de Joiada, filho de um homem valoroso de Cabzeel, grande em obras, este feriu dois fortes leões de Moabe; e desceu ele, e feriu um leão no meio duma cova, no tempo da neve.
Também este feriu um egípcio, homem de repeito; e na mão do egípcio havia uma lança, porém ele desceu a ele com um cajado, e arrancou a lança da mão do egípicio, e com ela o matou. II SAMUEL 23:20 - 21


Na relação dos valente de DAVI, a bíblia descreve 37 valentes. Todos eles tinham suas características próprias mas aquele que nos chama atenção é BENAIA. As características de Benaia são bastante interessantes e mostram como deve ser a vida do servo do Senhor diante das lutas.
A palavra mostra que Benaia teve três momentos de luta, situações dificieis de batalhas que, aparentemente, ele as venceu com tranquilidade, o que o credenciou para a posição que ocupava. Benaia é levado por Davi para ser o chefe da guarda do palácio, foi o único oficial chamado para participar do ato da unção de Salomão, quando Davi lhe passou otrono de Israel. Benaia, então, é o tipo do servo.

O primeiro relato da bíblia diz que Benaia era homem valoroso, ou seja, um homem de valor, grande em obras e que feriu dois leões de Moabe e, ainda, feriu um leão no meio de uma cova, em tempo de neve. Essa é a caracteristica do servo do Senhor. Essa deve ser a história do crente. Primeiro, ele enfrenta dois leões. Um que tipifica a carne, as coisas da carne, é o inimigo poderoso que está dentro dele , que é a sua própria carne, como a índole, a vaidade, o orgulho, a mentira, a soberba e outras coisas que estão ligadas a isso. Esse é um grande inimigo. O segundo leão é aquele que é espiritual, aquele que é invisível, é aquele inimigo que tudo mundo sabe, que está aí, está destruindo o mundo, matando as pessoas. O segundo leão é o próprio adversário, pois o crente, ao rejeitar as coisas do Egito, ao rejeitar as coisas da carne, ganha para ele um grande inimigo. Com Moisés aconteceu isso. Quando Moisés toma a decisão de matar o egípcio e preservar o hebreu, o faraó que, antes, era seu amigo e lhe tratava bem, passou, daquele momento em diante, a ser seu maior inimigo.

A segunda grande batalha de Beania foi o leão que ele feriu, dentro da cova, em tempo de neve. A neve fala de uma situação de tempo, fala do frio, fala do momento de frieza espiritual que estamos vivendo. A grande vitória de Benaia aqui foi contra a frieza espiritual. O servo não aceita a indiferença, não aceita aquele membro de igreja que entra e sai completamente apático. O Benaia luta, busca, ora, jejua, tem sempre uma palavra de vitória, luta contra tudo aquilo que provoca a frieza espiritual na igreja. O Benaia é valente, é valoroso, e não se acomoda a essa situação. Ele diz: está faltando alguma coisa na minha vida e não aceito que isso fique assim. O Benaia é o tipo do servo definido e decidido. Ele venceu a carne, venceu o inimigo e, agora, luta contra a frieza espiritual.

Mas, por último, e a mais importante, foi a grande batalha de Benaia quando ele luta contra o egípcio com o cajado na mão. Essa batalha é muito interessante por que mostra uma caracteristica muito importante naquilo que era o Benaia, naquilo que deve ser a vida do servo. A bíblia diz que ele era um oficial, era um guerreiro um soldado, homem notável, um dos valentes de Davie , de repente, ele vai enfrentar um soldado egípcio, um soldado respeitado e admirado pelas pessoas da sua terra, que era o Egito. O que podemos entender de um soldado que vai enfrentar outro soldado? Ele teria que usar, no mínimo, as mesmas armas que o outro. Se o adversário vier com uma lança, ele deveria usar uma oura lança, ou uma espada, ou ainda um escudo ou outra arma superior. Isso seria racional. No entanto, Benaia escolhe como arma uma coisa que parece absurda. Ele escolheu um cajado. Mas ele era um soldado, não era um pastor. Porque um cajado? As pessoas, quando vêem uma coisa dessas, podem perguntar: Qume arrumou esse cajado para você? Você é um homem de batalha, você é um homem de guerra. Não consta na bíblia que Benaia fosse outra coisa a não ser um soldado. Cajado era um instrumento de pastor de ovelhas e não de soldados.

Soldados tem que usar espada, lança, couraça, capacete e escudo. Você vai enfrentar um egípcio, um grande combatente, com uma lança tão afiada que parecia uma agulha de tecelão. Como ele ia usar isso? E o egípcio tinha 2,40 m de altura.
A bíblia diz que Benaia não se atemorizou e enfrentou o egípcio com o cajado. Porque Deus permite isso? Ali estava como servo, num ato profético. Nós estamos nesta obra como servos, buscando o Senhor, já vencemos as primeiras lutas, ja vencemoso inimigo quando atravessamos o Mar vermelho, que tipifica o sangue de Jesus, já vencemos a carne, mas, de vez em quando nós nos deparamos com um inimigo poderoso que são aquelas coisas que o mundo produz. O egípcio e aquilo que o mundo produz. O egípcio significa aquilo que nasceu no Egito, o que foi gerado no Egito, o que foi gerado no mundo, e o servo, hoje, tem que aprender a enfrentar as coisas que o mundo gera, aquilo que o mundo produz. O mundo está produzindo coisas que são admiravéis, que todos admiram. A televisão com seus programas que treinam as pessoas, novelas que ajudam a destruir lares. Essas coisas que o mundo produz são idéias que entram na mente das pessoas e somente por um milagre da parte do Senhor é que podemos nos libertar. 

O mundo tem treinado nossos jovens, nossos filhos de maneira implacável, são as coisas deste mundo que são ensinadas nas escolas e universidades e, muitas vezes, são extraordinárias aos olhos humanos. Mas, você tem qeu vencê-las com o cajado, que é a direção do Espirito Santo. Você temo a direção do Espírito, segura o cajado e vai vencer essas lutas com o cajado na mão. O cajado é tipo de Jesus. Quando Jesus se torna o seu Pastor essas coisas são vencidas. Nós não vamos vencer essas lutas com as mesmas armas do mundo. O nosso filho adolescente está com problemas e, então, eu vou leva-lo ao psicologo, vou levá-lo para fazer uma psicoterapia. Essa é a mesma arma que o mundo esta usando. Pode levar, não há problemas nesse tipo de coisas. Psicólogo é uma coisa boa. Temos muitos psicólogos na Obra, mas se o psicólogo não ensinar que essa batalha só é vencida com o cajado na mão, não vai adiantar gastar rios de dinheirono divã. Você pode fazer o que quiser, mas a vitória que nós aprendemos a conquistar só é alcançada quando lançamos mão do cajado. Se não lançarmos mão do cajado perderemos a batalha, vamos perder para o mundo.

O egípcio era admirado, era respeitado. As coisas do mundo são muito bonitas, admiradas, são ótima. Mas se não tivermos o cajado na mão, perdemos a batalha. Lance mão do cajado para vencer as coisas do mundo, vencer as lutas da sua casa, da sua família, do seu trabalho, vencer as suas dúvidas. Com o cajado na mão você vai tirar tudo isso da sua vida. O cajado destrói os argumentos. Paulo diz que todas as coisas me são licitas, mas nem todas me convêm. As coisas que o Egito produz podem ser interessantes, mas elas vêm sempre para a morte, sempre para matar, para destruir. Elas precisam ser desativadas, precisam ser destruidas e, para isso, você precisa do cajado. Cajado é a direção do espírito, é Jesus na sua vida. Todas as vezes que ele se revela na sua vida o problema se desfaz, aquilo que não agrada o Senhor, a luta se desfaz. É isso que está acontencendo todos os dias em nossas vidas, nas vidas de nossos filhos, de nossos jovens, desde o mais velho até o mais novo. Essa é a vitória que nos vamos alcançar. Lança mão do cajado. Já lançou? VoCê é um Benaia? Já venceu muita luta hoje? De vez em quando elas aparecem. Não podemos lançar mão das mesmas armas do Egito. Arma para vencer a luta é o cajado, é Jesus revelado no nossa vida.

Que Deus te abençoe !!!



Ministro Carlos Carvalho

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